26 abril 2014

Cidadão Kane (1941)

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De cara me senti assistindo à um documentário, mas o buraco vai mais fundo.
Tentei escrever assim que terminei o filme, mas eu precisava de mais. Assisti novamente. Não é um filme que você assiste uma vez e ponto. Pelo menos eu... Na primeira vez, não vi nada demais, só mais um filme. Como (quase) fotógrafa, o que mais reparei, foi a fotografia do filme, já que a história não me chamou tanto atenção. A linguagem visual. Não sou especialista, mas para o ano que foi gravado, fiquei impressionada. Palmas para o trabalho de Gregg Toland, que fez a fotografia de Cidadão Kane. 
Tirando o fato do filme ser completo em preto e banco, me senti vendo uma obra recente. Os movimentos de câmera, a exposição, a luz, tudo está impecável. Aqui vão minhas impressões: a história é boa, não é meu gênero favorito, mas é bom, não faltou nada e não deixou passar nada. A construção do mistério está lá, presente em todo o filme e continua até o fim, sem ser solucionado. Qual o significado das ultimas palavras de Charles Foster Kane? Fica à critério do espectador pensar do que se trata Rosebud. Uma pessoa? Uma cidade? O segredo morreu com o protagonista. 
Cidadão Kane é um filme que a cada review, você tira algo diferente dele. Nada que eu escrever aqui, será decente o suficiente para que alguém perceba quão palpável é o filme. Claro que clássicos, principalmente os em preto e branco, não são para todos, as vezes chega a ser cansativo ficar olhando para a tela, foi um dos motivos pelo o qual eu não gostei tanto assim, acho que eu não estava no clima, quem sabe eu assisto novamente, mas posso afirmar que foram 119 minutos muito bem aproveitados.

19 abril 2014

Livros em série: Percy Jackson e os Olimpianos (Rick Riordan)

Antes de qualquer coisa, devo informar que este texto contém um número exagerado de spoilers!

O que falar sobre PJO? Primeiramente, estou triste, pois não continuarão com os filmes, mas em parte estou feliz, porque depois que terminei de ler, vi que a adaptação não chegou nem aos pés do que o Rick Riordan escreveu. Eu gosto da adaptação de o Ladrão de Raios, mas o livro foi mil vezes melhor, o mesmo para o Mar de Monstros que também deixou a desejar... Mas não estou aqui para falar das adaptações!

O Ladrão de Raios foi o típico livro um, apresentação dos personagens e construção da história. Conhecemos Percy, sua história, descobrimos um novo mundo e somos entregues à mitologia grega. O Mar de Monstros foi incrível, aquele final foi, meus deuses! "Eu sou Thalia, filha de Zeus." A Thalia me irrita um pouco e a presença dela foi indiferente para mim, e quando ela virou Caçadora de Ártemis dei graças aos deuses que ela "saiu" da história. Sei lá, não fui com a cara dela. Ela era legal as vezes. As vezes. Eu terminei de ler sentada em um sofá no meio do shopping! Haha.

A Maldição do Titã não foi meu favorito, mas foi um dos, por motivos de Di Angelos. Especificadamente, a Bianca. Juro que até hoje não superei a morte dela. Nunca me apeguei tanto a uma personagem como me apeguei à Bianca. E ela nem apareceu direito! Eu queria a adaptação de a Maldição de Titã só para ver como seria a atriz que a interpretaria.

A ficha da morte dela só começou à cair no meio de a Batalha do Labirinto quando ela aparece em forma de fantasma e eu finalmente comecei a gostar do Nico. Ele me irritava um pouco, mas depois o personagem começa a ser construído e ele fica suportável e depois incrivelmente legal. Hoje, para mim, ele é insubstituível. Como eu disse, os Di Angelo são meus personagens favoritos na série toda, até mais que o próprio Percy.

Outra personagem hora chata, hora legal, mas suportável, é Rachel Dare, que não me lembro se ela aparece antes de a Batalha do Labirinto, mas ela mesmo sendo uma mortal ali no meio, acaba tendo uma importância enorme na história, afinal é ela quem guia os heróis pelo Labirinto de Dédalo e no final acaba se tornando o novo Oráculo. Depois que ela se tornou o Oráculo passei a gostar mais da existência dela.

Uma outra coisa chata na história foi o "romance" do Percy com a Annabeth, não ele todo, mas as partes mimizentas, quando Percy se torna quase imortal. A própria Annabeth consegue ser irritante as vezes, mas ela é legal. Uma outra personagem que senti sua perda na história foi Zoë, acabei me apegando muito a ela, não tanto quanto à Bianca, mas ela foi morta pelo próprio pai. 

E finalmente, o Último Olimpiano. O fechamento. Conhecer a história de Luke, sua infância e sua - quase Oráculo - mãe. O lado ruim de Zeus. O lado bom de Hades. O porquê do Oráculo ser um múmia. Tudo. Não me lembro de ter deixado alguma pergunta em aberto, mas se deixei, foi algum detalhe ou outro, no momento não me recordo de nada que tenha ficado fora do contexto.

Quando Percy negou se tornar imortal para ficar com Annabeth... Quando Nico descobre ser filho de Hades... Quando Bianca reaparece com as mensagens para Nico... Quando Bianca aparece, praticamente, como líder dos mortos! Acho que nunca me apeguei a algum personagem como me apeguei à Bianca e no fundo espero que ela reapareça na série Os Heróis do Olimpo.  

Em Percy Jackson e os Olimpianos, a ordem dos acontecimentos é muito previsível, não vou mentir. Todos os livros tem início, meio e fim (assim como Harry Potter). Não existe uma ponte óbvia entre eles. Porém, durante as aventuras, o próprio Percy relembra para o leitor, alguns acontecimentos passados, como "passei por isso, isso e aquilo no verão passado", então isso faz as histórias se interligarem, mas você sempre sabe que Percy vai começar a contar a história a partir da escola e que na escola tem um monstro tentando mata-lo.

Não posso me esquecer dos outros personagens, alguns favoritos, como Grover, o menino bode, e sua busca por Pã. O crescimento de Grover durante toda a série foi um dos que mais foi perceptível, apesar dele sumir as vezes em sua busca pelo deus. Grover, durante os livros, amadureceu muito! E Tyson, claro, o ciclope mais legal de todos! Não gostei da adaptação cinematográfica dele, mas no livro ele é incrível! Acho que porque no filme, não deu tempo de conhecer o personagem.

Eu poderia passar horas falando sobre como gostei de PJO, mas vou me limitar a dizer que a história foi ótima e me deixou curiosa para saber sobre mitologia grega. Em breve pretendo ler Os Heróis do Olimpo, primeiro porque eu ganhei o quarto livro de presente de natal ano passado, segundo porque adorei PJO e terceiro por ser tipo uma "continuação". O Nico aparece, o quarto livro, coincidentemente se chama A Casa de Hades, tenho uma reles esperança que Bianca apareça em algum momento. Olha ela aí de novo. Desculpe, não vou me desculpar por isso. Se você já se apegou a algum personagem, sabe pelo o que estou passando e talvez se ela não tivesse morrido, eu não teria me apegado tanto! Enfim, né. Chega de falar da Bianca!

PJO foi uma leitura muito bem aproveitada e entra na lista de séries da minha vida.



13 abril 2014

Meu primeiro mangá

Negima!
Desde sempre, nunca realmente me interessei por mangás, já tentei ler alguns, sem sucesso. Mas para tudo existe a primeira vez! A primeira coisa que me chamou atenção neste mangá, foi a presença de magia, e o fato do personagem principal ser um mago. Só comecei a ler porque associei a Harry Potter, momentos. Eu não espera gostar deste, assim como os demais, mas cheguei à marca de 13 capítulos, o que para mim já é desculpa para comprar a edição física.

O que me pegou, além dessa queda pelo mundo bruxo, realmente foi o humor, os personagens e as trapalhadas em que Negi consegue se meter. Eu não tenho muito o que falar, afinal, não estou nem na metade do primeiro volume, mas Negima! Magister Negi Magi é um mangá que pretendo ler até o fim!
Negi Springfield é um mago de 10 anos de idade que sonha em se tornar um Magister Magi (magos poderosos que usam seus poderes para ajudar aos outros, geralmente trabalhando secretamente em entidades não governamentais). Ele cola grau na Escola de Magia de Meridiana, no País de Gales, sua terra natal, e antes de se tornar efetivamente um Magister Magi, deve completar seu treinamento como mago, lecionando inglês num colégio feminino no Japão. 
Pelo quase spoiler, se é que isso existe, que recebi, tem muito mais coisa por traz da vida de Negi, do que dar aulas de inglês e se tornar um grande mago. Mistério, magia, comédia e romance foram os primeiros detalhes que percebi no começo da leitura, mas tem muito mais vindo por aí. Quero logo minha edição!



05 abril 2014

10 livros para ler em um dia



Vou trapacear e colocar mais de 10, por motivos de séries. Eu chamo meus livros para ler em um dia, se livros de domingo, porque é o único dia que posso tirar para ficar exclusivamente lendo. Claro que vai da cada um o ritmo de leitura, mas estes são livros que eu consegui ler em um dia, e se você está naquele domingo, sem nada para fazer, entediado, olhando para o teto do seu quarto, se perguntando por que a vida é assim, vale a dica:

  • A Mediadora, Meg Cabot

Na verdade são 6 livros, mas cada um tem em média 200 páginas e são muito divertidos. Essa é uma de minhas séries favoritas e li na época que estava desempregada, então como não tinha nada para fazer, todos os dias, eu passava o dia lendo, e juro que virei noites por causa da história. Eu tinha começado a ler em PDF muito tempo atrás, mas perdi, e um dia andando pela Lojas Americanas da vida eu encontrei os dois primeiros (a minha edição é a vira-vira)!
Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.


Comprei em um dia e terminei no outro. A leitura flui e você quer saber o final.
A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.


  • O Teorema Katherine, John Green

O livro mais divertido do John Green. Literalmente. O Colin chega a ser irritante as vezes com essa história de Katherines, mas eu supero.
Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.


  • Quem é você, Alasca?, John Green

Devo dizer que me segurei para não chorar no ônibus. O primeiro amigo, a primeira garota, as últimas palavras.
Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".


  • Cidades de Papel, John Green

Junto com "Quem é você, Alasca?", meu livro favorito do John Green. Vai bem mais fundo que os outros, me pegou com a ponta dos dedos e me jogou na parede. Tudo bem, sem exageros. No dia que eu li, quando terminei, comecei a questionar minha vida, minhas escolhas, as pessoas que eu deixei que estrassem na minha vida, enfim tudo. Não vou mentir, na minha opinião, é um livro pesado, mas vale a pena. P.S. Não seja uma pessoa de papel.
Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


Não julgue um livro pelo filme, vá ler PJO. Não os cinco de uma vez. A escrita do Rick Riordan é tão fácil que mesmo com todos os nomes mitológicos, você não se perde. Não quero falar muito que PJO ainda, porque farei uma postagem só para isso, estou no quarto livro.
O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.


Não me entenda mal, não quero que você tente ler "a Ordem da Fênix" em um dia. Eu pessoalmente, não conheço ninguém que conseguiu. Mas os três primeiros são ótimas opções, primeiro pela escrita, bem simples mesmo, por ser um livro para crianças, e segundo porque é J.K. Rowling. Eu cheguei a dar uma folheada em "Morte Súbita", e por mais que seja um livro adulto, mesmo não sendo simples, ela flui da mesma forma.
Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort. Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.


  • Pollyanna, Eleanor H. Porter

Um dos primeiros livros fora clássicos da literatura infantil que eu li e amo muito, entra para a lista de livros da minha vida. Reli milhares de vezes e sempre tenho a mesma sensação. Que a vida é boa, tudo é possível, e há uma coisa boa em tudo, por mais que não pareça. Há sempre uma razão para se estar contente.
A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outras tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível "Jogo do Contente". Uma otimista incurável, Pollyana não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.


  • A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith

A estória do livro já se passa em apenas 24h. Ele é até mais que eu esperava, mas é divertido na maior parte do tempo.
Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.


  • Jogos Vorazes, Suzanne Collins

A trilogia. Eu sei, é o livro mais pesado da lista, mas ele é tão agitado, e as coisas acontecem tão rápido, que você não se cansa.
Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

Estes são os 10 (que na verdade são 23) livros para ler em um dia. Claro, como eu falei, vai de cada um. Eu, por exemplo, não leio rápido, mas todo domingo eu não tenho absolutamente nada para fazer, então acabo lendo o dia todo, assim consigo começar e terminar um livro no mesmo dia.

Quais são suas dicas de livros para ler em um dia?
(Todas as sinopses foram retiradas do skoob!)